704Tive o privilégio de, na semana passada, participar como orador em duas conferências organizadas pela Universidade Lusófona. Nunca tinha estado nesta universidade, apesar de acompanhar o seu crescimento e a sua pujança académica desde há vários anos. Para isso contribui certamente o facto de ter vários colegas e amigos no seu corpo docente – ocorre-me imediatamente, por exemplo, o meu estimado Mário Ceitil, responsável pela licenciatura de Gestão de Recursos Humanos, e uma das mais incontornáveis figuras da comunidade RH em Portugal.

Pois bem, então na semana que passou lá fui à Lusófona, para falar os alunos da casa em duas conferências: Novos Desafios para os Gestores, organizada pelos alunos da licenciatura em Gestão de Empresas, e Potencial Humano e Poder da Mudança, organizada pelos alunos da licenciatura de Gestão de Recursos Humanos.

O simpático convite feito pelo Professor Pedro Matos revelou-se uma agradável surpresa. Não só pelo fantástico e caloroso acolhimento que tive, como pelo profissionalismo e qualidade da organização do evento. O Professor Pedro Matos organizou estas conferências no âmbito das suas cadeiras, fazendo das mesmas uma experiência de desenvolvimento de competências para os seus alunos.

Assim, pude observar como uma equipa de alunos mobilizados garantia desde o acolhimento dos speakers até à acreditação dos participantes, passando por todos os pormenores logísticos, de comunicação, marketing e merchandising, até ao tratamento e difusão dos conteúdos. E tudo isto feito por jovens de vinte e poucos anos, cujo brio e entusiasmo, aliado ao interesse pelos temas, foram um exemplo refrescante de como se pode aprender de forma diferente e prática o que é trabalhar nas organizações!

O seu profissionalismo chegava aos pequenos detalhes, como por exemplo o facto de cada aluno ter um cartão de visita personalizado, que entregava aos speakers como forma de promover a sua empregabilidade futura, ou ao facto de nas pastas da conferência haver um directório de contacto dos membros da turma.

Foi um prazer falar para eles sobre o que é ter uma carreira nos tempos de hoje, especialmente acompanhado de velhos amigos como o José Bancaleiro ou o Tiago Forjaz, ou de “novos amigos”, como o Dr. Manuel Boto, partner da Deloitte que tive o prazer e o privilégio de conhecer.

Outro pormenor que me pareceu verdadeiramente significativo foi o facto da Universidade Lusófona ser de facto e literalmente lusófona! Na verdade, é impressionante observar a diversidade dos alunos que a compõem, sendo que estou praticamente certo de ter falado com alunos de todos os países de língua portuguesa.

Assim, se as boas práticas do Professor Pedro Matos constituírem exemplo do que se faz pela Lusófona (e estou certo que sim), e se os alunos que conheci forem também eles um exemplo representativo do aluno-tipo da universidade, posso dizer seguramente que a Lusófona é hoje um viveiro de talento em português 🙂

A Pedro e aos seus alunos um abraço e parabéns 😉 !

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