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Breve post só para partilhar convosco que o conceito a 3D do talento, que aqui divulguei em post com o mesmo nome, foi objecto de publicação nos media, mais concretamente no caderno Confidencial do semanário SOL do passado dia 8 de Novembro.
Tive a oportunidade e o gosto de publicar um artigo de opinião intitulado “Talento: um conceito a 3D” que mais não foi do que a adopção de uma estratégia multi-canal para a divulgação deste conceito, que me parece fundamental na “evangelização” da gestão do talento em Portugal.
Votos de boa leitura
Descobri um artigo da Professora Rita Campos e Cunha, intitulado “Gestão do talento: sonho ou pesadelo?“.
Apesar de ser datado de 2006, o seu conteúdo permanece bastante actual, e a sua principal virtude é conseguir sintetizar aquilo que, em meu entender, são as maiores perplexidades e desafios que a gestão do talento encerra nos tempos que correm:
- a escassez do talento e a sua importância face à crise permanente em que vivemos;
- o desafio do bom aproveitamento do capital humano que se consegue ter dentro das organizações;
- a transversalidade da responsabilidade pela gestão do talento (não: não é de facto um assunto apenas dos “recursos humanos”!);
- o “funcionamento em silo” como constrangimento à gestão do talento;
- a meritocracia como peça-chave da gestão do talento;
- a cultura como “moldura emocional” da gestão do talento;
- a obsessão pelo desenvolvimento como enabler do talento nas organizações.
Recomendo vivamente a leitura deste artigo, que serve quase como um quick digest sobre a temática da gestão do talento. O nosso obrigado à Prof. Rita Campos e Cunha pelo seu poder de síntese
Votos de boa leitura
Não resisti a partilhar este vídeo que a Sara Batalha divulgou no The Star Tracker, e que é uma verdadeira lição de vida.
Vale a pena perder os 7 minutos que ele dura, de forma a apreciá-lo e a reflectirmos um bocadinho sobre as coisas (verdadeiramente) importantes que temos na nossa vida…
- O que é que nos faz correr?
- Porque acordamos todos os dias de manhã com vontade de fazer coisas?
- Que legado queremos deixar?
- Como queremos ser recordados?
- O que nos faz verdadeiramente felizes?
- Qual a nossa missão de vida?
Sobre estes temas e o perigo de nos “perdermos” da maratona da vida por causa do sprint da carreira profissional, não deixem também de ler o meu artigo “Trabalho e Profissão na Sociedade Pós-Capitalista“.
Arranjem mesmo esses 7 minutinhos: vale a pena! Sara, obrigado por partilhares
Enjoy it!







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