Acabei de receber um estudo da Forrester intitulado “Corporate Social Networks Will Augment Strategic HR Iniciatives”.
Apesar do título ser demasiado “afunilado”, pois dirige o interesse apenas para os profissionais de recursos humanos, o estudo tem um interesse que vai muito para lá desse âmbito.
Este estudo reforça a pertinência da Web 2.0 , e muito especialmente das redes sociais naquilo que é hoje o focus das empresas em termos de competitividade:
- Inovação através da colaboração (ou inovação colaborativa);
- Retenção de talentos através de networking forte (como defendi no Paradoxo de Ícaro);
- Reforço da capacidade comercial por via das relações e networking;
Em termos de aplicabilidade prática imediata, também são dados vários exemplos que podem ajudar à implementação de redes sociais corporativas:
- Alumni programs - como fonte de recomendações e recontratações;
- Internship programs - como “viveiro” de recrutamento e integração;
- Mentoring - como reforço do desenvolvimento de talentos;
- Plataforma colaborativa - como base de aprendizagem sustentada em comunidades de prática;
- Onboarding programs - como acelerador da integração;
Algumas destas aplicações são boas formas de demonstrar o value for the money na implementação de um projecto deste tipo, sendo um bom starting point para um business case.
O estudo aponta ainda outras recomendações sobre estratégias de implementação a adoptar e fornecedores de soluções existentes no mercado. A não perder, portanto
Recomendo igualmente a leitura do comentário ao estudo feita no blog The Connectbeam Social Computing Blog, feito por Puneet Gupta.
Boas leituras!






[...] O sucesso passa pela qualidade das networks criadas – mais importantes que programas ultra-sofisticados de desenvolvimento de potencial, o sucesso depende muito mais de a quem reportam e com quem trabalham as “jovens promessas” da organização. A aposta no networking é assim algo que se confirma por várias fontes – cf. o meu post Corporate Social Networks; [...]
[...] Quanto à necessidade de deixar o talento fluir dentro das organizações, recomendo a leitura do meu clássico post “O Paradoxo de Ícaro“, mas também do meu post sobre “Corporate Social Networks“. [...]
[...] Corporate Social Networks [...]
[...] Por isso mesmo, é um erro crasso e sinal de tacanhez tentar vedar o acesso às redes sociais com medo que os colaboradores sejam menos produtivos – o segredo é saber usá-las nas organizações! [...]
[...] Nesse âmbito, o desenvolvimento de redes sociais corporativas passa a ser uma ferramenta por excelência da Talentologia, conjugando a tecnologia com a adequada gestão da felicidade – cf. post Corporate Social Networks. [...]